Arquivos do blog

Comemore o Dia do Idoso com consciência e atenção!

29/09/2016 Por:

Idoso

Paciência e mais calma para circular pelas ruas, principalmente para quem já alcançou a terceira idade. No próximo sábado (01), o Dia do Idoso é comemorado como forma de conscientizar sobre o respeito que a sociedade deve ter com pessoas dessa faixa etária e ressaltar, também, o Estatuto do Idoso, criado na mesma data da celebração. Esse cuidado a mais tem uma razão: em 2015, os brasileiros com mais de 60 anos já correspondiam a 12,5% da população.

A idade não é e nem deve ser impedimento para que continuemos ativos e produtivos, não devendo ser encarada como um fator de dificuldade para se locomover e levar uma vida plena. Apesar disso, a idade exige maior atenção tanto dos pedestres como de condutores, principalmente porque, segundo a Organização Mundial da Saúde, até 2050 a população brasileira acima de 60 anos triplicará, enquanto, no mundo, ela dobrará.

Os números revelam uma preocupação com a condição dos idosos enquanto pedestres e condutores, já que, mesmo sem representar as maiores indenizações do Seguro DPVAT, 20 mil pagamentos (4%) foram feitos em 2015 para pessoas de 65 anos ou mais. No mesmo período, foram pagos pelo DPVAT cerca de 4 mil indenizações (11%) para essa faixa etária em casos de morte.

Para evitar mais vítimas no trânsito, é preciso ir além da conscientização e pensar em formas de atender a essa parcela de brasileiros, levando em conta a infraestrutura das cidades. Além disso, toda a população precisa fazer sua parte para transformar as ruas em locais mais humanos e respeitosos, principalmente com pessoas de idade.

Se você é idoso, procure atravessar na faixa e aguardar o sinal fechar para os veículos e, ao andar na calçada, evite ficar perto do meio fio para, em caso de mal-estar ou tropeço, você esteja longe da via. Outra medida importante é nunca desembarcar do carro no meio da rua, além disso, procure usar sapatos adequados para transitar e tome cuidado com buracos e troncos de árvore para não sofrer uma queda.

Mas se você for o motorista, a primeira medida é avaliar se audição, visão e condições motoras estão boas para continuar à frente do volante. São atitudes simples como essas que garantem maior segurança ao se movimentar pela sua cidade sem sofrer acidentes.

Nós, do blog Viver Seguro no Trânsito, desejamos a todas as pessoas da melhor idade um dia repleto de prudência e segurança!

Direção e álcool não combinam! Deixe de lado essa mistura e contribua para um trânsito mais seguro 

27/09/2016 Por:

Semana Nacional de Trânsito_04

Transformar a circulação de veículos e pedestres num ato mais seguro envolve muitos aspectos que vão além do papel das autoridades. A campanha da Semana Nacional de Trânsito deste ano, que terminou no domingo (25), evidenciou a importância do assunto com o tema “Eu sou + 1 por um trânsito + seguro”, ao convocar a população a se comprometer com boas atitudes enquanto motorista e pedestre, não esquecendo da prudência e atenção, o que envolve, além do respeito às regras, ter comportamento exemplar, como não misturar álcool com direção.

Um levantamento feito entre 2013 e 2014 pelo Ministério da Saúde, em parceria com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que as ações de combate a essa combinação têm uma razão: um a cada quatro brasileiros assume dirigir após ingerir álcool, mesmo sabendo das leis e consequências para outras vidas.

O aumento do rigor da Lei Seca para tolerância zero, em 2012, vem contribuindo para reverter esse quadro. Apenas na cidade de São Paulo, por exemplo, a quantidade de condutores multados por alcoolemia passou de 3.242, no primeiro semestre de 2015, para 8.650 ocorrências no mesmo período de 2016, em uma média de um motorista flagrado sob efeito de álcool a cada 30 minutos. Ao todo, 133 pessoas foram presas por embriaguez ao volante.

Os dados servem como alerta para os cidadãos, que muitas vezes assumem o risco de sofrer com atitudes imprudentes no trânsito quando poderiam poupar muitas vidas. A fiscalização intensa deve fazer parte do cotidiano dos órgãos públicos, mas a população pode contribuir fazendo sua parte para mudar a triste realidade vivida em ruas e avenidas dos estados brasileiros.

Antes de pensar apenas na punição, avalie se vale a pena colocar a sua vida e a de outras pessoas em risco. A combinação entre álcool e direção deve ser evitada. Prudência e respeito às regras podem garantir que você chegue ao seu destino de forma segura!

Está com sono e vai dirigir? Então repense antes nos riscos e veja as novidades!

23/09/2016 Por:

sono_transitoUma noite de sono mal dormida contribui para desatenção, cansaço e um dia menos produtivo no trabalho. Mas, e quando é preciso dirigir nessas condições? De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), não aproveitar uma noite de descanso pode reduzir a concentração dos motoristas em até 50%. A sensação de fadiga prejudica os estímulos do corpo, o deixando mais lento para reagir a situações inesperadas, como a necessidade de desviar de um carro parado na via ou de um pedestre atravessando a rua.

Por mais inofensivo que pareça, os riscos de misturar sono com volante são reais e fazem milhares de vítimas todo ano. Segundo a Associação Brasileira do Sono, 30% das mortes em rodovias do país são causadas por condutores que dormem na direção. Para não sofrer com o problema, especialistas reafirmam a necessidade de respeitar o tempo de descanso para o corpo e mente, que geralmente varia entre sete e nove horas por dia, para estar disposto nas horas seguintes.

Quem trabalha dirigindo, como caminhoneiros e taxistas, precisa redobrar a atenção por conta das longas jornadas à frente do volante. Sinais como bocejos frequentes e olhos pesados já servem como indícios de que é preciso parar e descansar para depois seguir viagem. Muitas vezes, esses profissionais recorrem a outros métodos, como grande ingestão de cafeína e até drogas para enganar o sono, mas ainda representam um risco para outros motoristas.

Para diminuir o número de acidentes provocados por esse problema, os condutores podem contar com a tecnologia. O aplicativo para smartphones Android, chamado de HealthyRoad, por exemplo, foi desenvolvido para detectar até mesmo pequenas distrações e sinais de adormecimento ao volante. Utilizando a câmera frontal do celular para analisar o comportamento do motorista, a ferramenta produz avisos sonoros e visuais para acordar o condutor. A tecnologia já foi testada por grandes montadores do mundo e por empresas de carga.

O mercado também já disponibiliza sensores que identificam se o motorista está cansado, mesmo sem sinais muito perceptíveis. Por meio de imagens capturadas por um sistema infravermelho instalado no veículo, a tecnologia conhecida como “Fatigue Safety System Monitor” é capaz de identificar pelo movimento dos olhos um possível cansaço, alertando imediatamente sobre o problema para quem estiver dirigindo. Algumas montadoras de automóveis já investem na produção de caminhões com tecnologia similar instalada, garantindo maior segurança nas estradas.

Não ignore os sinais que o seu corpo emite e escolha salvar vidas no trânsito!

Por um trânsito livre do estresse!

22/09/2016 Por:

Semana Nacional de Trânsito_02Gentileza e educação são características que facilitam muito o dia a dia das pessoas, seja na hora de resolver problemas ou praticar uma boa ação. No trânsito, entretanto, muitas vezes o que se vê são atitudes imprudentes reforçadas pelo estresse e pela falta de paciência, uma combinação perigosa capaz de desencadear acidentes e fazer vítimas diariamente. A Semana Nacional de Trânsito, que acontece até o dia 25 de setembro, traz o tema “Eu sou + 1 por um trânsito + seguro” na expectativa de conscientizar os cidadãos brasileiros sobre os impactos que suas ações podem causar a outras vidas.

De acordo com pesquisa feita pelo International Stress Management Association (Isma-Brasil), os brasileiros precisam ligar o sinal de alerta para o perigo, o que inclui atenção total até nas pequenas atitudes que tomamos diariamente, afinal, segundo o estudo, somos a segunda população mais estressada do mundo. Seja por questões pessoais, no trabalho ou outros motivos, o fato é que o estresse acaba contribuindo para a falta de atenção de motoristas e pedestres, levando a atitudes como fechar outros carros no trânsito, parar o veículo em cima da faixa de pedestres e participar de discussões e brigas desnecessárias.

Outro estudo realizado pela Fundação AAA para Segurança no Trânsito, dos Estados Unidos, aponta que 51% dos condutores colam de propósito no carro da frente, 45% buzinam para demonstrar irritação e 24% bloqueiam outros veículos que tentam mudar de faixa. Por isso, além de ter mais atenção ao dirigir ou caminhar na rua, tenha calma, seja tolerante e não leve pequenas ações para o lado pessoal.

Se você é pedestre, procure respeitar a sinalização, atravessar a rua na faixa e, principalmente, utilizar sempre passarelas quando necessário. Para exercitar mais a gentileza, ajude idosos e pessoas com deficiência visual em sinais de trânsito; se está dirigindo, dê passagem a outro motorista que indica intenção de mudar de faixa; se cometeu um erro, peça desculpas e procure relevar atitudes incoerentes de outras pessoas.

Hoje, vários países estão comemorando o Dia Mundial Sem Carro.  Que tal deixar o carro em casa e fugir um pouco do estresse do trânsito?

Suas ações são capazes de inspirar outras pessoas e reverter o grande número de vidas perdidas no trânsito. Construir mais segurança em ruas e estradas também é responsabilidade de todo cidadão. Pratique a gentileza e transforme o dia de alguém! Afinal, gentileza gera gentileza.

O que o Brasil tem feito para mudar o triste cenário nas ruas e estradas do país?

21/09/2016 Por:

Semana Nacional de Trânsito_03

Acidentes de trânsito estão entre as principais causas de mortes em todo o mundo, tirando a vida de mais de 1,25 milhão de pessoas por ano, segundo levantamento feito em 2015 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O dado assusta e exige ação de todos para transformar essa triste realidade no trânsito. Com o sinal de alerta ligado para a preocupante situação, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu, em 2011, que trabalharia para contornar o problema junto a diversos países.

Nomeada como a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” – um dos pontos de partida para a Semana Nacional de Trânsito deste ano, celebrada entre os dias 18 e 25 de setembro –, a iniciativa luta para diminuir pela metade o número de ocorrências dessa natureza até 2020, por meio de políticas de segurança. Diversos lugares do mundo têm se dedicado ao Plano Mundial para a Década de Ação pela Segurança no Trânsito, levando em conta quatro pilares importantes para a transformação necessária: gestão das ações de prevenção e de segurança no trânsito; a segurança nas vias públicas; a segurança e a proteção dos usuários de veículos; a segurança dos usuários das vias mais vulneráveis (pedestres, ciclistas e motociclistas) e o atendimento e socorro às ocorrências.

E o que Brasil vem fazendo para concretizar o comprometeu com essa luta? De acordo com o terceiro informe sobre a atual situação viária no mundo feito pela OMS em 2015, o país é uma das nações que mais vêm se empenhando para mudar a realidade atual do trânsito, cumprindo leis para controlar riscos, como o uso do cinto de segurança, do capacete e da cadeirinha para crianças, bem como a redução do limite de velocidade em áreas consideradas críticas.

Além das regras, os estados brasileiros têm investido em fiscalização mais intensa e em ações educativas sobre a importância da sinalização para ruas mais seguras, o correto uso da faixa de pedestres e o respeito às leis. Mesmo com iniciativas e campanhas, o país continua sofrendo com ocorrências de trânsito e segue com o maior número de acidentes da América do Sul, com o registro de 23,4 por 100 mil habitantes. Em 2009, a taxa era de 19 por 100 mil habitantes.

Os dados servem como alerta para autoridades e população, já que, mesmo com o aumento da colaboração e do engajamento, ainda esbarramos na dificuldade de realizar políticas públicas mais rígidas e eficazes e de investir mais em alternativas sustentáveis de transporte. Países como Finlândia, Luxemburgo e Angola focaram seus esforços na qualificação de meios coletivos e não motorizados, para beneficiar o maior número de pessoas com mais segurança. Nesse sentido, a cidade de São Paulo também tem tentado fazer sua parte, ao incentivar, por exemplo, o uso da bicicleta nas ciclovias construídas nos últimos anos.

A proteção faz parte do cotidiano de pessoas determinadas a não sofrerem com riscos. Mas, além disso, a prudência deve acompanhar motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Seja consciente e contribua com boas ações no trânsito. Aproveite a Semana Nacional de Trânsito para fazer um balanço das suas atitudes e como o cuidado e o engajamento são determinantes para salvar vidas!