Dirija com segurança em dias de chuva

20/02/2017 Por:

Você acorda, põe as malas no carro, pega a estrada e olha para o céu: ele está lindo, azul e sem nuvens. Mas aí, no meio da viagem, o tempo fecha e cai uma baita chuva. O que fazer para não se envolver em um acidente?

De imediato, você deve diminuir a velocidade. Com a pista molhada, é maior o risco de aquaplanagem, que acontece quando os pneus perdem contato com o solo e deslizam sobre a água. Também fica mais difícil ver o veículo da frente se a chuva for muito forte, então o ideal é aumentar a distância entre vocês, para que seja possível reagir caso o motorista da frente freie de repente. Ah, não se esqueça de acender os faróis, dianteiros e traseiros, para que você seja visto!

Atender o celular? Nem pensar! Se falar ao celular e enviar mensagens são situações que já atrapalham em condições normais de trânsito, imagina na chuva, quando é preciso redobrar a atenção? Por último, se tiver enchente no caminho, nada de atravessar por ela e, se o seu carro apresentar algum problema, pare no acostamento, nunca na pista!

Tem mais alguma dica para dias chuvosos? Conta pra gente nos comentários!

Exame toxicológico para caminhoneiros ajuda a reduzir acidentes

14/02/2017 Por:

O exame toxicológico para motoristas de caminhão está valendo há pouco mais de um ano e já dá para fazer um balanço das mudanças que ele provocou. De acordo com reportagem do jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo, a Polícia Rodoviária Federal calculou que, entre março e dezembro de 2016, o número de acidentes envolvendo caminhões nas estradas federais diminuiu 26%. Nesse mesmo período, mais de 10 mil motoristas profissionais fizeram o exame toxicológico em todo o país, e 21% deles tiveram resultado positivo.

Esse exame, que detecta o uso de drogas por caminhoneiros e motoristas profissionais, é obrigatório para quem quer tirar ou renovar a carteira nas categorias C, D ou E, além de ser uma das determinações da Lei do Caminhoneiro. Algumas instituições, como a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), são contra o exame porque acreditam que a fiscalização deve ser frequente, assim como é feito com o álcool e o exame do bafômetro. E você, o que acha?

Você sabia?

O exame toxicológico é simples, não exige preparação, é indolor e feito a partir de uma pequena amostra de cabelos ou de pelos do corpo. Isso porque as substâncias que compõem as drogas psicoativas como maconha, crack e ecstasy chegam até os fios pelo sangue e são absorvidas pela parte interna do cabelo, que é colhido no exame.

Como o cabelo e o pelo corporal crescem cerca de um centímetro por mês, uma amostra de três centímetros, por exemplo, representa um período de mais ou menos três meses. Assim, se a pessoa tiver usado drogas nos últimos três meses, esse consumo estará registrado lá.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o exame, conta pra gente o que acha. É importante debater o assunto porque, quando se trata de segurança no trânsito, todos nós somos afetados.

Como fazer do trânsito um espaço melhor?

09/02/2017 Por:

O trânsito é um espaço para todos, sejam motoristas, passageiros ou pedestres. É preciso pensar, então, no que podemos fazer para construir um lugar melhor e mais acessível, de forma que todos possam ir e vir com mais tranquilidade. É algo que não depende de idade ou características físicas. Crianças, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida merecem atenção especial.

Começar pela prática da gentileza é um ótimo caminho! Estar atrasado para um compromisso, por exemplo, não é desculpa para estacionar nas vagas reservadas para idosos: além de não ser uma atitude simpática, é infração grave, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro.

Para saber um pouco mais sobre a importância de respeitar os direitos das pessoas com alguma dificuldade de ir e vir no trânsito, fique de olho neste vídeo que o Observatório Nacional de Segurança Viária preparou. Aproveita pra contar pra gente, nos comentários, como podemos construir um trânsito melhor pra todos!

Volta às aulas com transporte escolar seguro

06/02/2017 Por:


Hoje é dia de volta às aulas! Para a garotada, é hora de rever os amigos, de fazer outros e começar uma nova etapa. Para os pais, é um período de preocupação. Muitos usam o transporte escolar, mas como garantir a segurança das crianças no trajeto até a escola? Algumas famílias optam por contratar o serviço de transporte escolar, mas você sabe quais são os cuidados que se deve ter?

Antes de fechar negócio, é importante checar se o veículo e o transportador estão autorizados pelo Detran para oferecer o serviço. A van ou o micro-ônibus deve ter uma faixa amarela com a inscrição “ESCOLAR” em toda a extensão das partes laterais e traseira; além disso, o cinto de segurança precisa estar em perfeitas condições de uso – em todos os assentos. Outro item necessário é o selo de vistoriado, pois ele comprova que o veículo passou por uma supervisão.

Depois de conferir essas informações e contratar o serviço, converse com as crianças e peça para que elas fiquem sentadas durante todo o percurso, sempre usando o cinto de segurança.

Procure saber também sobre a conduta do motorista para acompanhar se o trabalho é realizado com profissionalismo.

Um transporte seguro deixa todos mais tranquilos!

Código de Trânsito Brasileiro altera artigos e se torna cada vez mais rigoroso

02/02/2017 Por:

Foto: Senado/Flickr


O excesso de velocidade, a falta de uso dos itens de segurança e a mistura entre bebida e direção são alguns dos principais motivos de acidentes de trânsito em todo o mundo, levando mais de 1,25 milhão de pessoas a óbito por ano, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Para tentar reduzir o número de acidentes no Brasil – por meio de ações que regulamentem as atividades de planejamento, administração, licenciamento de veículos, formação, habilitação e educação de condutores e futuros condutores –, a legislação de trânsito brasileira está cada vez mais rigorosa. Só em 2016, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) teve 33 artigos alterados.

A adequação mais recente aconteceu em 1° de novembro do ano passado, quando entrou em vigor a Lei Federal 13.281 que, dentre outras medidas que visam à diminuição do número de acidentes e de vítimas do trânsito, reajustou o valor das multas.

A punição para infração leve subiu de R$ 53,20 para R$ 88,38 e, para infração média, de R$ 85,13 para R$ 130,16. Os valores cobrados a quem comete infração grave e gravíssima também aumentaram: de R$ 127,69 para R$ 195,23 e de R$ 191,54 para R$ 293,47, respectivamente.

Além disso, a classificação de algumas infrações também sofreu alteração. O uso de celular ao volante, até então considerado uma infração média, com multa e perda de quatro pontos na carteira, tornou-se gravíssima, com perda de sete pontos. A recusa em fazer o teste do bafômetro, que não era tida como infração, passou a ser infração gravíssima, com o valor multiplicado por 10. Ou seja, quem não fizer o teste poderá ser multado em R$ 2.930. O motorista também terá a habilitação apreendida pelo prazo de 12 meses.

De acordo com especialistas da área, apesar do esforço em adaptar e modernizar a legislação, ainda há muito trabalho a ser feito para tornar as vias do país seguras. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, tem atuado em frentes distintas, apoiando campanhas educativas e ações para melhorar os processos de formação de condutores, além de realizar ações voltadas para a segurança nas estradas e nas ruas.

Fique atento, faça a sua parte e não cometa infrações. Cuide de você e dos demais motoristas e lembre-se: a vida e a segurança devem vir sempre em primeiro lugar!