Volta às aulas com segurança no transporte escolar

05/02/2015 Por:


O mês de fevereiro chegou e, com ele, a volta às aulas. Muitas crianças utilizam o transporte escolar para chegar ao colégio e, por isso, é importante que os pais estejam sempre atentos aos critérios de segurança antes de contratar este tipo de serviço.

De acordo com Resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em novembro do ano passado, os veículos destinados ao transporte escolar devem contar com o uso de espelhos retrovisores, câmera-monitor ou outro dispositivo equivalente. O objetivo da medida é oferecer ao motorista visão completa do entorno do veículo no momento de embarque e desembarque das crianças.

Outro ponto que merece atenção por parte dos responsáveis é observar se o veículo possui autorização do Detran para exercer o transporte das crianças e se o motorista possui habilitação na categoria D. Além disso, o veículo deve ter uma faixa amarela com a inscrição “ESCOLAR” em toda a extensão das partes laterais e traseira e todos os bancos devem ter o cinto de segurança em perfeitas condições de uso.

As crianças devem permanecer sentadas durante todo o tempo e não podem esquecer de usar o cinto de segurança, que garante maior proteção no caso de freada brusca ou acidente.

Segurança para os alunos durante o transporte escolar é tranqüilidade para os pais.

Confira dicas para evitar os danos da maresia no seu veículo

02/02/2015 Por:


A maresia é uma névoa fina e salgada que vem do mar e pode provocar a corrosão de objetos metálicos. Por isso, quem vai passar alguns dias no litoral, precisa tomar cuidados especiais para evitar que a maresia prejudique o seu veículo.

Os carros de hoje em dia recebem uma proteção antiferrugem nas chapas da carroceria no momento da fabricação. Essa proteção é o suficiente para impedir os efeitos da maresia, mas durante o uso do carro, pedras, riscos ou amassados podem danifica-la.

Confira algumas dicas que ajudam a prevenir os prejuízos que a maresia pode causar:

– Caso você tenha ficado mais de 15 dias na praia, é recomendado levar seu carro para uma lavagem especial, com remoção dos bancos, carpetes e feltro para aspirar todas as impurezas;

– Durante as férias no litoral, evite guardar seu automóvel em locais abertos durante a noite, pois é o momento mais crítico de maresia;

– Após o período na praia, verifique se os terminais de bateria, conectores elétricos, filtros de ar e equipamento de lubrificação estão livres de água e areia;

Essas dicas são importantes e o essencial é realizar uma manutenção periódica no veículo para prevenir qualquer tipo de dano. Essa prática também ajuda a evitar acidentes e gastos desnecessários com o automóvel. Fique atento!

Uso do cinto de segurança poderia ter salvado vidas em grave acidente no Rio Grande do Sul

29/01/2015 Por:


A comoção causada por graves acidentes como o ocorrido na noite da última terça-feira na BR-287, na altura de Santa Maria (RS), que vitimou seis pessoas, gera uma importante reflexão. A colisão frontal entre os dois veículos indica, no mínimo, uma ultrapassagem mal executada. No entanto, o que mais chamou a atenção nesta tragédia foi a quantidade de ocupantes em um dos carros: 7 pessoas. O pior: todas elas estavam sem cinto de segurança, conforme apontam as investigações policiais.

O modelo do veículo, um Monza, pode transportar até cinco pessoas em segurança. Mesmo que todas estivessem usando o cinto, as duas “excedentes” não estariam protegidas pelo equipamento. Logo, na mesma colisão frontal, o deslocamento gerado por essas duas pessoas sem cinto seria suficiente para matar as outras cinco dentro do carro. Em outras palavras, quando as indicações de segurança não são respeitadas, as chances de sobrevivência em caso de acidentes como esse, são pífias.

Como nunca é demais lembrar, o blog volta a divulgar um vídeo educativo em que é possível compreender a importância de usar do cinto de segurança.

Finlândia desenvolve projeto para dispensar o uso de automóvel

26/01/2015 Por:


A Finlândia está elaborando um ousado plano de mobilidade urbana que começará a ser desenvolvido este ano: até 2015 ninguém mais precisará ter carros para circular na capital Helsinque. O objetivo é diminuir o fluxo de automóveis, melhorando o trânsito nas vias, e reduzindo a poluição no ar gerada pelos veículos.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, o conceito Mobilidade como um Serviço (Maas, na sigla em inglês) prevê que os moradores da capital possam planejar pequenos trajetos e longas viagens por meio de um programa de celular que está sendo criado com a ajuda do governo. A plataforma apresentará as melhores opções de transporte envolvendo ônibus, bicicletas, táxis, carona compartilhada e voos, com alternativas em várias faixas de preço e conforto.

“Com esse conceito esperamos atingir aqueles que estão dispostos a abrir mão do carro, mas que, na atual situação, precisam usá-los mesmo assim. Quem quiser, poderá manter seus carros. Só queremos oferecer um serviço melhor”, defende a engenheira de tráfego da Universidade Aalto, Sonja Heikkilä, responsável pelo estudo “Mobilidade como um serviço: uma proposta para ação da administração pública”, encomendado a ela pelo governo.

O sistema se encarregará de calcular a maneira mais viável para o passageiro, dispensando o uso do carro. Para que o projeto tenha início, mudanças na legislação estão sendo finalizadas, assim como as regras para o funcionamento do sistema e de quem poderá operá-lo.

Número de acidentes em BRTs preocupam

22/01/2015 Por:


O sistema Bus Rapid Transit (BRT) é utilizado em diversas cidades brasileiras e foi desenvolvido com o objetivo de melhorar o trânsito desses municípios. Mas, infelizmente, em algumas localidades, está associado a um grande número de acidentes. A imprudência por parte dos usuários das vias é uma das principais causas de atropelamentos e colisões nos BRTs.

De acordo com reportagem divulgada pelo jornal O Dia, no Rio, sobretudo nos períodos de picos de trânsito, os pedestres atravessam a faixa destinada aos ônibus em qualquer lugar, sem se preocuparem em procurar as faixas destinadas a pedestres. Além disso, são frequentes os flagrantes de ciclistas utilizando o espaço como se fosse uma ciclovia.

O BRT Transoeste começou a operar 24 horas por dia no fim de junho de 2012 e, desde então, foram muitos os acidentes na via. Em levantamento feito pelo site G1, foram mais de 40, a maioria deles atropelamentos de pessoas que atravessam o corredor exclusivo e carros que também invadem a pista e acabam colidindo com os ônibus. Pelo menos oito pessoas morreram, incluindo acidentes ocorridos no BRT Transcarioca, a via expressa mais recente, que circula em período integral desde junho de 2014. Em mais de uma ocasião, aconteceu mais de um caso de acidente no mesmo dia.

O presidente da ONG Trânsito Amigo, Fernando Diniz, deu uma declaração ao jornal O Globo em que sugere soluções que poderiam diminuir o número de acidentes nos BRTs. De acordo com ele, a construção de passarelas para os pedestres seria uma boa alternativa.

De acordo com um estudo da Embarq Brasil, organização que auxilia governos em vários países em busca de segurança no trânsito, os acidentes com ônibus BRT envolvendo pedestres, que são 54% dos casos fatais, poderiam ser reduzidos se os acessos às estações fossem mais bem projetados. Um dos erros sinalizados pelos pesquisadores está na construção de estações longe das paradas dos ônibus convencionais e alimentadores. Usuários reclamam da distância de alguns pontos para as estações do BRT, levando pessoas a se arriscarem para chegar mais rápido até elas.

A educação no trânsito também pode fazer diferença nessas situações. É importante que todos estejam conscientes do perigo que é arriscar a vida ao atravessar em um local com alto índice de acidentes. No caso de condutores e motociclistas, evitar invadir o espaço destinado aos veículos do BRT, que circulam em velocidade. Por outro lado, novas paradas e até passarelas poderiam ser construídas para evitar acidentes.

É um assunto que merece atenção de todos os envolvidos. Além da questão da mobilidade, estamos falando em mais vidas que podem ser preservadas.​