Boas Ideias

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Novos modelos de moto mostram avanço no futuro da mobilidade

Motobot, novo conceito da Yamaha – Foto Divulgação

Motos que se equilibram sozinhas, voam e são pilotadas por robô. Cena de filme? Que nada! Hoje as motocicletas também estão se modernizando, mostrando que o futuro da mobilidade não está ligado apenas aos carros.

Na CES 2017, maior feira de tecnologia do mundo, a Honda apresentou o Riding Assist Motorcycle, um novo conceito de motos que se equilibram sozinhas, evitando quedas, inclusive em velocidades mais baixas. O veículo também conta com um assento que dá liberdade completa de movimento para o condutor em todas as direções, seguindo o balanço natural do corpo.

Como se não bastasse o equilíbrio próprio no modelo da Honda, a empresa russa Hoversurf fez testes com a Scorpion 3, uma moto que é capaz de voar. O modelo é dirigido a partir de dois controles remotos, mas ainda tem pouca mobilidade. Na apresentação, o veículo chegou a sair do chão com um motociclista, andando de um lugar para o outro. Para quem gosta de videogame, pilotar a “moto voadora” será uma experiência e tanto!

Mas se engana quem pensa que o céu, ou no caso, o voo, é o limite para as novas tecnologias. A Yamaha criou o Motobot, um robô que é capaz de dirigir motos. A invenção, que mais lembra o nome de desenho japonês, foi revelada no Salão de Tóquio do ano passado, e poderá rodar a velocidades acima de 200 km/h em circuito, garante a empresa.

Quanta novidade, né? Você andaria em alguns desses modelos? Sabe de alguma outra tecnologia sobre motos interessante? Compartilhe com a gente, poste aqui o seu comentário! 😉

Vamos melhorar a rotina no trânsito?

Passar muito tempo no trânsito durante os caminhos diários de casa, trabalho ou escola tem se tornado cada vez mais comum na rotina de motoristas das grandes cidades. E o que poderia ser um período tranquilo na direção, muitas vezes se torna desgastante, e, pior, aumentam as chances de conflitos com outros motoristas ou pedestres. Mas sempre é possível tornar o trânsito um local com menos estresse. Por isso, separamos algumas dicas que deixarão sua rotina mais leve. 😉

– Já notou como o número de automóveis aumentou nos últimos anos? Ok, não precisa ser especialista para observar isso. Segundo o portal de notícias G1, em 2014, existia um carro a cada 4,4 habitantes no Brasil. Imagina como a pressa pode tornar difícil a convivência entre todos esses veículos no trânsito? Planejar o trajeto com antecedência ajuda a ganhar tempo e aí não custa nada oferecer passagem para quem estiver atrasado, né? Sem contar que boas ações são sempre retribuídas.

– A qualquer momento, algum evento inesperado pode acontecer. Se precisar resolver a questão com outro motorista, o ideal é evitar desentendimentos, manter a calma e procurar uma forma de conversar em outra hora.

– A paciência é sempre bem-vinda nas vias. É recomendável ter calma com idosos, condutores com pouca experiência e pessoas com necessidades especiais. Essa prática contribui para tornar a rua um lugar mais acessível e tranquilo para todos!

– Evitar estacionar em cima da faixa de pedestres ou bloquear cruzamentos também ajuda a manter a harmonia no trânsito.

– Mas não são só os motoristas que podem ter boas atitudes. Os pedestres também podem colaborar. Usar as passarelas, respeitar o sinal vermelho e atravessar a rua na faixa são atitudes que demonstram respeito com todos e evitam dores de cabeça.

Tem alguma atitude gentil que você quer ver no trânsito? Fique à vontade para contar nos comentários.

 

 

Os pontos de ônibus mais diferentes do mundo

Ponto de ônibus em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, com ar condicionado

Tédio. Uma palavra muito usada para definir a realidade de quem diariamente espera por ônibus no ponto. Pensando nisso, algumas cidades pelo mundo transformaram a espera (muitas vezes longa) pelo ônibus em algo prazeroso. Você sabia que existem pontos de ônibus com biblioteca, sofá e até com ar-condicionado? Veja como as ideias são criativas e possíveis de serem implantadas.

Em Krumbach, na Áustria, as paradas de coletivos ganharam um tom arquitetônico. Tudo começou quando arquitetos de sete países diferentes (Rússia, Noruega, Bélgica, Espanha, Chile, China e Japão) se reuniram e criaram verdadeiras obras de arte.

Ponto em Krumbach, na Áustria

Criados em 1990, pontos de ônibus no formato de frutas enfeitam as ruas de Konagai, no Japão. Existem melancias, morangos, laranjas e até tomates. Com mais de duas décadas, as frutas gigantes tornaram-se um ponto turístico no outro lado do mundo.

Ponto em Konagai, no Japão

O Brasil não fica de fora dessa lista. Pontos de ônibus em formato de tubo chamam a atenção de quem visita Curitiba. Mas a modernidade da capital paranaense não agrada a todos. Muitos criticam o calor no interior dos tubos, que chegou a 50º C durante o verão de 2014.

Ponto em Curitiba, no Brasil

Bem diferente de Curitiba, um ponto de ônibus com ar-condicionado foi inaugurado na Flórida (Estados Unidos), em 2016. O local, que pode abrigar até 15 pessoas, faz parte de uma iniciativa para levar mais pontos refrescantes à região de Miami-Dade

Ponto na Flórida, EUA

Depois dos exemplos acima, você pensa que já viu de tudo? Que nada! Imagine um lugar com livros, assentos amplos e estacionamento para bicicletas? Esse local poderia ser um café, um parque ou uma sala de estar. Mas, na verdade, é uma parada de ônibus em em Jurong, em Singapura. Para melhorar, o espaço ainda conta com conexão de internet.

Ponto em Jurong, em Cingapura

Gostou das iniciativas? Conhece algum ponto de ônibus diferente na sua cidade? Poste aqui seu comentário e compartilhe com a gente!

Tecnologia a favor dos motoristas e pedestres


Você sabe o que é um carro autônomo? É um automóvel que dirige sozinho, usando computadores que interpretam dados enviados por radares e sensores para detectar o trânsito ao redor, obstáculos na via e determinar o caminho a ser seguido, a velocidade etc. Esse é um dos temas do momento quando o assunto é mobilidade urbana, mas, enquanto esse conceito não se populariza, a indústria automotiva segue investindo em tecnologias que auxiliam o motorista.

Sistemas que detectam pedestres e freiam o carro automaticamente para evitar atropelamentos é uma das apostas dos fabricantes para os próximos anos. A ideia não é nova, mas somente nos últimos anos é que o assunto passou a ser tratado com mais dedicação por parte da indústria. Volvo, Mercedes-Benz e Honda são algumas das companhias que já têm sistemas de prevenção de acidentes envolvendo pedestres. Mas, atualmente, a Ford é a fabricante que mais tem chamado atenção para esse tipo de tecnologia.

Em alguns países da Europa, a versão do Ford Mondeo, lançado em 2014, já vem com um sistema de detecção de pedestres. No fim de 2016, as vans Ford Transit e Transit Custom também passaram a contar com o recurso, agora aperfeiçoado. A tecnologia, baseada em uma combinação de radar com câmera, foi batizada como Pre-Collision Assist.

A distração por parte dos pedestres é uma das principais causas de atropelamento. Quando não é o transeunte que não se atenta à aproximação de um carro, é o motorista que só percebe tardiamente a presença de uma pessoa à sua frente. É justamente para situações desse tipo que sistemas como o Pre-Collision Assist estão sendo criados. A intenção não é isentar o condutor de suas responsabilidades diante do volante, mas evitar que uma falha de atenção que qualquer pessoa pode cometer leve a uma tragédia – sinais sonoros e visuais são emitidos pelo sistema para alertar o risco de atropelamento, além de preparar mecanismos do freio para que a frenagem possa ser executada mais rapidamente, caso o motorista não reaja instantaneamente. Por fim, se o motorista continuar não respondendo, o sistema aciona os freios sozinho para evitar a colisão.

Pode ter falhas? Sim, nenhuma companhia afirma que a sua tecnologia de detecção de pedestres é 100% garantida. Em 2010, a Volvo deixou isso bem claro do pior jeito: em uma demonstração, um carro da marca com sistema de frenagem automática na presença de pedestres não evitou o atropelamento de um boneco.

Por mais que a tecnologia seja aliada da segurança, devemos continuar atentos ao que acontece à nossa volta enquanto motoristas e pedestres, praticando a direção defensiva e respeitando às leis de trânsito. Opte sempre pela segurança!

Desafios e soluções para facilitar os deslocamentos nas cidades brasileiras


A mobilidade urbana é um dos seis estudos que o Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), em parceria com o governo brasileiro, está disponibilizando em seu site com recomendações para implementação de políticas públicas. Esses documentos tiveram um papel importante na preparação da Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), que aconteceu em outubro de 2016 em Quito, no Equador. Uma das principais discussões foi o desejo de que o estudo possa ser útil para a promoção de um desenvolvimento urbano sustentável.

De acordo com uma pesquisa feita em 2010 pelo Banco Mundial, nos últimos 20 anos, a média do número de veículos por mil habitantes cresceu 6% nas nações membros da OCDE (os mais ricos, entre eles Noruega, França e Dinamarca). Já os indicadores de motorização do Brasil, China, Índia e Rússia cresceram em 89%, 213%, 50% e 34%, respectivamente para o mesmo período, de 2003 a 2009. A cidade do Rio de Janeiro, no mesmo período, teve crescimento populacional de apenas 5%, enquanto o de automóveis foi de aproximadamente 50%.

No Rio de Janeiro, o fenômeno é ainda mais preocupante, se for adicionado o crescimento da frota de motocicletas (300% em 20 anos), que tem sido importante alternativa ao automóvel para enfrentar o congestionamento diário.

A mobilidade urbana é um dos grandes desafios das cidades e, nos últimos anos, vem acontecendo um intenso movimento da iniciativa pública e privada em desenvolver novas soluções para os deslocamentos nos centros urbanos. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o tempo médio de deslocamento é de 1h44min, ou seja, são mais de três horas por dia dentro de um carro ou, em um ano, 45 dias improdutivos e estressantes.

A ideia do compartilhamento, da melhor utilização do espaço público e de uma nova relação com as cidades vêm ganhando espaço nas discussões sobre mobilidade urbana e devem se desdobrar para dentro das empresas – que deveriam ter como maior desafio a responsabilidade de levar o condutor com segurança para sua família após um dia de trabalho. Isto é, muitas empresas estão passando a entender a maneira como o seu colaborador se desloca e definindo qual é o modal mais adequado para determinado tipo de deslocamento, não olhando somente para os carros, mas para todos os pontos que envolvem a viagem do condutor.

Reduzir o custo da mobilidade, por meio de novas rotas, e implantar outras iniciativas que resultem em soluções econômicas, eficientes, dinâmicas e otimizadas são alguns dos motivos que estão levando as empresas a investirem em soluções inovadoras, que estão incentivando novas alternativas para os deslocamentos nas cidades e transformando a maneira como as pessoas veem a mobilidade.

De acordo com a WRI Cidades Sustentáveis, esse trajeto casa-trabalho-casa representa 50% dos deslocamentos no Brasil. Isso revela o quanto as empresas são importantes para reverter esse cenário caótico do trânsito e da mobilidade urbana nas cidades brasileiras. Elas são parte do problema, mas também podem ser parte da solução. Algumas empresas já atentaram para isso e apresentaram soluções para a melhor mobilidade nas cidades.

Para facilitar o deslocamento de seus colaboradores e contribuir para um trânsito sustentável, o Banco Santander, por exemplo, desenvolveu um Plano de Mobilidade Corporativa, que inclui medidas como a Carona Amiga, linhas de fretados gratuitos, vans, bicicletário, horário flexível e espaço de convivência. Como resultado, conseguiu a redução de mais de dois mil veículos do trânsito da região diariamente, além da diluição do horário de entrada e de saída de outros mais de 1,5 mil veículos, para que não transitassem todos no horário de pico.

Assim como fez o Santander, todas as empresas, independente da área de atuação, podem incentivar essa mudança de comportamento e impactar as cidades de maneira positiva. Outro exemplo é o acordo da AES Ergos com a BYD (Build Your Dreams), que que atua para o desenvolvimento de soluções integradas que envolvam mobilidade urbana. A empresa é a maior fabricante de veículos elétricos do mundo, com 61,7 mil unidades produzidas até o final de 2015. Com o olhar voltado à sustentabilidade e, sempre com o foco em inovação, a ideia é desenvolver um trabalho de cocriação utilizando a experiência das duas empresas para viabilizar, futuramente, o uso de carros elétricos nas frotas de São Paulo.