Arquivos mensais: novembro 2013

Saiba mais sobre o Seguro DPVAT para garantir o seu direito

28/11/2013 Por:

O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, mais conhecido como Seguro DPVAT, existe desde 1974. É um seguro de caráter social que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, sem apuração de culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O DPVAT oferece coberturas para três naturezas de danos: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares (DAMS).

A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder – DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT. O diretor presidente da Seguradora, Ricardo Xavier, explica que o procedimento para o recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito é simples e alerta para o fato de que não é necessário intermediário para dar entrada no pedido de indenização. “Ninguém melhor que o próprio cidadão para preservar seus direitos. Há seguradoras em todo o Brasil para receber as vítimas de trânsito. Basta apresentar os documentos na seguradora escolhida no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente,” afirma.

Além disso, também é possível fazer a solicitação em qualquer ponto de atendimento autorizado ou em uma agência dos Correios. Para dar entrada no pedido de indenização é fácil:

– Informe-se sobre a documentação necessária no site do Seguro DPVAT(www.dpvatsegurodotransito.com.br). Em seguida, dirija-se a uma agência dos Correios mais próxima, levando a documentação recomendada e guarde o comprovante de envio fornecido pelos Correios.

Você ainda pode acompanhar de perto o andamento do seu pedido de indenização pelo site do Seguro DPVAT ou pelo SAC 0800 022 1204. Nestes canais você recebe informações seguras sobre todas as etapas de análise do pedido até o recebimento da indenização.

O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. O valor da indenização é de R$ 13.500 no caso de morte e de até R$ 13.500 nos casos de invalidez permanente, variando conforme o grau da invalidez, e de até R$ 2.700 em reembolso de despesas médicas e hospitalares comprovadas.

Para saber mais, acesse o site do Seguro DPVAT:

http://www.dpvatsegurodotransito.com.br/

Projeto visa proibir uso de aplicativos que alertem sobre blitz no trânsito

25/11/2013 Por:

O PL (Projeto de Lei) 5596/13, do deputado Major Fábio (Pros-PB), que proíbe o uso de aplicativos e de redes sociais para alertar motoristas sobre a ocorrência de blitz de trânsito, está sendo analisado pela Câmara dos Deputados. Segundo a proposta, os provedores de internet deverão tornar esse tipo de conteúdo indisponível. Em caso de descumprimento da norma, será aplicada multa de até R$ 50 mil.

Além disso, o internauta que fornecer informações sobre a localização de uma blitz também estará sujeito à multa. “Essa conduta, além de representar um desserviço à coletividade, ao limitar a efetividade das ações de combate à violência nas estradas, beneficia criminosos de todo gênero, que se valem dessas ferramentas para escapar da fiscalização do Estado”, diz Major Fábio.

O deputado também lembra que já existem decisões do Poder Judiciário para que os provedores de internet bloqueiem o acesso às páginas de redes sociais que prestam informações sobre blitz no trânsito. Ele afirma, no entanto, que ainda não há consenso entre os juristas de que a conduta fere a legislação em vigor.

Os aplicativos com informações sobre blitz surgiram após a entrada em vigor da Lei Seca (Lei 11.705/08), em 2008. Major Fábio afirma que a lei tem contribuído para reduzir o número de acidentes de trânsito, mas ressalta que o seu cumprimento depende de uma fiscalização firme e efetiva por parte do Poder Público. “A iniciativa proposta [proibição de aplicativos sobre blitz] contribuirá para reduzir os acidentes de trânsito e melhorar a segurança pública no país”, afirma o parlamentar.

Atualizada em dezembro de 2012, a Lei Seca prevê multa de R$ 1915,30 para quem for flagrado dirigindo alcoolizado, além da suspensão do direito de dirigir por 12 meses e da perda de sete pontos na carteira (infração gravíssima). Qualquer concentração de álcool no sangue sujeita o condutor às penalidades previstas.

FONTE: Última Instância

Uma Vacina Contra os Males do Trânsito

21/11/2013 Por:

 

Se você demorar oito minutos para ler este artigo, pode ter certeza de que, ao terminar, mais um brasileiro terá perdido a vida em razão de um acidente de trânsito. Este ano, segundo as projeções do Observatório Nacional de Segurança Viária sobre os dados informados pelo consórcio de empresas que administra o seguro obrigatório para veículos, Seguradora Líder DPVAT, aproximadamente 60 mil pessoas morrerão nas ruas, avenidas e rodovias do país, vitimas de acidentes de trânsito. São mortes estúpidas e doloridas, mas não são trágicas, como se costuma dizer. Tragédia é o que não se pode evitar, o resultado de uma catástrofe que se abate sobre determinada população e contra a qual não há como se precaver, por desinformação, falta de recursos ou mera incapacidade. Foi trágico, por exemplo, o tsunami no Japão, em 2011, que matou 11 mil pessoas – um desastre natural que teria de se repetir cinco vezes em um ano para chegar perto da dimensão do que ocorre no trânsito brasileiro.

Acidentes de trânsito podem ser apropriadamente comparados com doenças e epidemias, mais do que com calamidades. Suas causas são diagnosticáveis. Suas circunstâncias podem ser estudadas. E sua ocorrência pode ser reduzida com uma série de medidas profiláticas.

A dengue faz 1 300 vítimas fatais ao ano no país, e mataria muito mais se não houvesse uma mobilização nacional contra ela. Governos investem no combate ao mosquito e chamam a população a colaborar destruindo focos de proliferação. A conscientização chega ao ponto em que a maioria dos cidadãos sabe dos riscos, boa parte teme as consequências de conviver com eles e muitos contribuem tomando atitudes práticas para sua redução. A imprensa, por seu lado, trata com ênfase o problema sempre que as partes deixam de cumprir seu papel. Não se chega à erradicação da doença, mas há certeza de que a inação produziria um quadro muito pior. Outra praga, a gripe H1N1, corretamente tratada quase como uma questão de segurança nacional, controlada nos limites em que está, demoraria 527 anos para ceifar a mesma quantidade de vidas perdidas por atitudes de condutores, pedestres imprudentes e autoridades relapsas.

As ações positivas e com resultado contra o inimigo quase invisível das epidemias, surpreendentemente, não se repetem no enfrentamento do gigantesco e onipresente problema da segurança viária. Houve enorme progresso nos últimos anos em vários aspectos relacionados ao tema, mas eles pouco se traduzem na redução das mórbidas estatísticas. Motociclistas, quase unanimemente, usam capacetes nas grandes cidades. Os veículos ganharam novos dispositivos de segurança. Gasta-se algum dinheiro com sinalização de trânsito e recuperação de rodovias. Algumas estradas adotaram padrões mundiais de qualidade. Campanhas são realizadas para educar pedestres e condutores. As ciclovias começam a tornar-se uma realidade em algumas cidades. Mas o número de mortos continua crescendo.

Há quem veja razões econômicas para o fenômeno. A classe C chegou ao mercado de carros novos, que bate recorde sobre recorde, e a D sustenta o de usados, quase sempre com manutenção inadequada. Mas a responsabilidade desse processo na produção de acidentes fatais tem de ser delimitada ao seu real e pequeno papel – e também combatida com a efetiva fiscalização e retirada de circulação dos veículos imprestáveis, para os quais, aliás, nem existem depósitos que venham a dar conta de tamanha frota sucateada que circula em nossas cidades. Por outro lado, conformar-se com mais acidentes apenas porque há mais veículos em circulação equivale a admitir absoluta incompetência na gestão do problema – como se fosse natural, por exemplo, aceitar que mais gente deve morrer de fome na medida em que aumenta a quantidade de habitantes do planeta.

O fato é que não há desculpas para se abarrotar leitos hospitalares, centros de fisioterapia, filas de aposentados por invalidez e cemitérios em razão de um processo socialmente suicida estabelecido no trânsito. Existe informação sobre como e por que ocorrem os acidentes. Há tecnologia para reduzir os pontos críticos do sistema viário. Não faltam órgãos oficiais encarregados desse assunto nem gente competente em muitos deles. Verbas de divulgação não parecem ser o problema de prefeituras, estados e União, onipresentes na publicidade para, como se diz, “prestar contas à sociedade” sobre os feitos das autoridades de plantão. Cidadãos que já perderam familiares ou estiveram eles próprios envolvidos em situações de perigo ao volante ou diante de um veículo também há milhares, milhões, de algum modo, prontos a ajudar como vozes de liderança numa luta coordenada e efetiva contra essa verdadeira doença.

O Observatório Nacional de Segurança Viária nasceu com a proposta de ser um elo entre todas essas partes, um ponto equidistante de todos os atores, que capta e realiza estudos, encontra propostas e sugere parcerias para encaminhá-las, contribui para a descoberta de soluções viáveis e orientadas numa única direção: a de poupar vidas com a ampliação da cidadania e da urbanidade. O OSNV quer ajudar a encontrar a vacina contra os males do trânsito.

José Aurélio Ramalho
Diretor Presidente
Observatório Nacional de Segurança Viária

Não são números. São vidas! Confira o vídeo criado para o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito

18/11/2013 Por:

Com o intuito de conscientizar principalmente o público jovem, o Observatório Nacional de Segurança Viária produziu um vídeo para lembrar o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, comemorado ontem. Para mostrar que o comportamento das pessoas é que, na maioria dos casos, define as fatalidades, a produção apresenta  a seguinte mensagem: “Não são números. São vidas!”.

O filme foi dirigido por Henrique Marchina, da Combo Filmes e contou com atores profissionais. “Nosso grande desafio era trabalhar o filme com uma dinâmica diferente, colocando a sociedade em conflito com tudo que está acontecendo no trânsito. A sociedade precisa ser protagonista e agente transformador. Foi aí que surgiu a ideia da intervenção urbana. As expressões de pedestres e motoristas que acompanharam a intervenção foram as mais variadas: espanto, curiosidade, otimismo e reflexão. É lógico que a estatística de mortes e feridos por dia assusta. Mas, o que assusta muito é pensar que a sociedade está tratando vidas como números. É hora de mudar. Não são números. São vidas“, explica Henrique.

Para o presidente do Observatório, José Aurelio Ramalho, “o filme traz a dura realidade de quem passa pela dor da perda de alguém querido no trânsito do nosso país. Procuramos mostrar que beber e dirigir e falar ao celular ao volante são situações inconcebíveis nos dias atuais. Além disso, chamamos a atenção para quem anda de bicicleta e de motocicleta todos os dias, para que tenham cuidado em qualquer rua ou avenida que estejam, numa cidade grande ou não. Essas ações precisam de 100% da nossa atenção”, afirma Ramalho.

Não deixe de assistir ao vídeo!

Participe do evento pelo Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito no próximo domingo!

14/11/2013 Por:

Desde 2005, por ideia e determinação da Organização Mundial das Nações Unidas, todo terceiro domingo do mês de novembro é o Dia Mundial em Memória às Vítimas do Trânsito. O objetivo é lembrar as pessoas que morreram em acidentes, e homenageá-las, bem como suas famílias.  Dados da ONU revelam que mais de 1,2 milhões de pessoas, em todo o mundo, já perderam suas vidas em acidentes de trânsito.

Introduzido no Brasil em 2008 pela Associação Trânsito Amigo, esse ano a data será celebrada no próximo domingo, dia 17 de novembro. Brasília foi escolhida para sediar o grande evento que terá palco para shows e  atrações. Será realizado ainda o lançamento da Pedra Fundamental do Primeiro Memorial Nacional em Memória das Vitimas Brasileiras no trânsito (foto).

Engenheiro de formação, Fernando Diniz montou a Associação Trânsito Amigo em 2003, após a morte de seu filho Fabrício num acidente de carro na Avenida das Américas, Barra da Tijuca, Zona Oeste carioca, iniciando então uma luta em favor da preservação da vida no trânsito.

Apesar da tristeza que paira sobre a data, ele visualiza um evento alegre. “É uma data para que as pessoas não sejam esquecidas. Não é um acontecimento triste. Estamos lá para homenagear os que já se foram e celebrar a vida”, diz Fernando. Alertar e conscientizar, claro, faz parte, já que há muitos depoimentos de parentes de vítimas. “Nossa grande mensagem é: não queremos ver você com sua foto estampada num cartaz, nas próximas campanhas contra a violência no trânsito”.

Participe! O evento, que é gratuito, acontecerá no Pavilhão das Exposições, no Parque da Cidade, em Brasília, entre 9h e 15h, no próximo domingo, dia 17 de novembro.

Para marcar o Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, recomendamos o vídeo produzido pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, não deixe de ver!

Para quem vai aproveitar o feriadão para viajar, tenha bastante cuidado nas estradas. Todos nós podemos contribuir para um trânsito com menos vítimas. Bom feriado a todos!

Radar DPVAT: de olho nos dados estatísticos de acidentes de trânsito!

11/11/2013 Por:

A Seguradora Líder DPVAT lançou na última sexta-feira o projeto Radar DPVAT. Idealizado pelo Centro de Estatística da Companhia, o Radar DPVAT trará, bimestralmente, fatos relevantes sobre o trânsito brasileiro com uma análise sob a ótica dos dados estatísticos de indenizações do Seguro DPVAT. Além dos números, o Radar DPVAT, disponibilizado no site trará informações fazendo uma rápida e pontual associação com os dados de acidentes do banco de dados  da Seguradora Líder DPVAT, despertando a conscientização em relação ao trânsito.

O primeiro Radar DPVAT terá informações sobre três estados: Maranhão, Goiás e Santa Catarina. Os dados mostram que, no ano de 2012, das 1.429 ocorrências de morte pagas pelo Seguro DPVAT no Maranhão, 23% foram para pedestres, sendo que 24% destes foram levados a óbito em acidentes no período da manhã.

Em Goiás, o estudo mostra que, em 2012, as principais vítimas de acidentes fatais estavam na faixa etária de 18 a 34 anos (45%). Os dados de Santa Catarina trazem ocorrências de acidentes envolvendo caminhões.

De acordo com as estatísticas da Seguradora  Líder DPVAT, em 2012, em Santa Catarina, terça-feira foi o dia em que houve  maior ocorrência de acidentes com os veículos de carga (23%) contra 17% da sexta-feira, segundo dia com maior incidência.

Para conferir as informações do Radar DPVAT,  acesse a opção Centro de Informações no  site da Seguradora Líder DPVAT: www.seguradoralider.com.br

Motos e bicicletas elétricas na China: problema ou solução?

07/11/2013 Por:

As motos são veículos muito populares nos países emergentes asiáticos e também um problema em várias cidades da região. Por isso, países como a China estão criando regras cada vez mais restritivas. Na capital Pequim, a legislação determina que somente algumas placas podem circular no seu centro expandido.

Já a popularização das “e-bikes” também está causando uma série de mudanças nos centros urbanos. Um levantamento da consultoria Navigant Research indica que nove em cada dez bicicletas elétricas vendidas no mundo têm como destino as ruas da China.

Em Shenzhen, metrópole com 15 milhões de habitantes no sul do país, o governo local adotou várias medidas restritivas contra as motos e bicicletas elétricas, como a limitação da velocidade para 20 km/h.

O aumento do número de acidentes com esse meio de transporte é o que mais chama a atenção: só nos três primeiros meses deste ano, a cidade registrou 1.115 acidentes com os veículos elétricos de duas rodas, resultando em 46 mortes. A frota está estimada em 500 mil.

Um dos principais empecilhos para o aumento das restrições é que, como ocorre no Brasil com as motos comuns, as elétricas são uma alternativa barata de transporte.

FONTE: Folha de São Paulo e Exame

Você conhece todas as fontes de energia para o transporte?

04/11/2013 Por:

Existem muitos tipos de combustíveis para os veículos. Alguns são mais comuns, como o álcool, a gasolina, o gás natural e o diesel, e outros ainda estão começando a ficar conhecidos pelo público em geral. Por isso, ainda há muitas dúvidas com relação a eles.

A gasolina, assim como o diesel e o gás natural, é um combustível fóssil. Ela é derivada do petróleo e costuma ganhar forma por meio do processo de destilação. É utilizada normalmente em carros e motos. Já o óleo diesel é formado por átomos de carbono e hidrogênio e tem um odor forte e característico. É usado em motores de combustão interna e ignição por compressão, ou seja, automóveis, furgões, ônibus, caminhões, pequenas embarcações marítimas, máquinas de grande porte, entre outros, o tem como fonte de energia. O gás natural é todo hidrocarboneto que permaneça em estado gasoso nas condições atmosféricas normais. Ele considerado o combustível fóssil mais limpo e não é tóxico.

Entre os combustíveis vegetais temos o etanol, uma opção ecologicamente correta, pois tem como matéria prima a cana-de-açúcar. Pode ser misturado ao diesel e à gasolina, como também pode ser utilizado sem aditivos, sem que isso prejudique o motor. Além dele, há o biodiesel, resultado da mistura entre álcool e o óleo retirado das plantas. Para a produção desse combustível podem ser utilizados o óleo de girassol, de amendoim, de mamona, de soja etc., e ele serve como substituto do diesel, portanto, pode ser usado em caminhões, ônibus e automóveis.

Atualmente também tem ganhado destaque os veículos movidos à energia elétrica. Eles são entendidos como veículos automotores que utilizam pelo menos um motor elétrico para acionamento das rodas e se caracterizam, principalmente, pela alta eficiência energética e baixo ou nulo nível de emissões de poluentes e de ruídos.

Como podemos ver, são muitas as opções de combustíveis para serem utilizados no seu veículo. É importante ressaltar que, na hora de escolher qual usar, você leve em consideração a procedência do mesmo, para não prejudicar o seu motor, e também os riscos ambientais que eles envolvem. Sua escolha pode ajudar a construir um planeta mais limpo e sustentável!