Arquivos mensais: junho 2013

Kit obrigatório do veículo: saiba como usar

27/06/2013 Por:

O kit formado por chave de rodas, triângulo e macaco é obrigatório para todos os veículos brasileiros. A falta de itens é considerada infração de trânsito gravíssima, com multa de 191,54 reais e mais sete pontos na carteira de habilitação.

Muitos condutores não sabem ao certo onde encontrar esse kit no veículo e, muitas vezes, como usar cada uma de suas peças. O conjunto é utilizado na hora de trocar o pneu e, na maioria dos carros, fica no porta-malas, abaixo do estepe, sob um tapete. Mas há no manual do veículo a indicação de onde fica o kit.

Saiba mais para que serve cada item e como usá-lo da maneira correta:

Triângulo – Esse é um importante item de segurança. Deve ser utilizado sempre que seu veículo estiver parado em uma via, seja para fazer uma troca de pneus ou em caso de acidentes. O ideal é colocá-lo no mínimo a 30 metros de distância da traseira do automóvel. No caso de acidentes, é recomendado que a velocidade da via seja levada em consideração para marcar a sinalização, por exemplo: em uma via de 80km/h, deve-se contar 80 passos a partir do veículo e, em caso de chuva ou neblina, o dobro da distância. É importante certificar-se de que o pé de suporte do triângulo esteja firme para mantê-lo em pé.

Macaco – O macaco deve ser encaixado no friso que fica na lataria. Em veículos mais novos, há uma indicação do local correto de encaixe. É importante que o freio de mão do carro esteja puxado e que o macaco esteja firme.

Chave de roda – As chaves de roda mais novas são geralmente em formato de “L”. Algumas ainda vêm com um adaptador, que facilita na hora de afrouxar os parafusos do pneu.

Estepe – Certifique-se sempre de que o estepe esteja calibrado.

Seminário comemora os cinco anos da Lei Seca em Brasília

24/06/2013 Por:

 

No último dia 19 de junho, a Lei Seca completou 5 anos. Para marcar a data, a Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, presidida pelo deputado federal Hugo Leal, realizou o Seminário de Segurança no Trânsito — Cinco anos de vigência da Lei Seca, como está a nossa cultura de segurança no trânsito —  na Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento contou com a presença de parlamentares, autoridades, especialistas na área de trânsito e interessados em geral.

Além de analisar os cinco anos da legislação, de autoria do deputado Hugo Leal, aprovada em junho de 2008, que proibiu a direção de veículos automotores por condutores alcoolizados, os presentes puderam participar de um debate sobre como vai a cultura de segurança no trânsito pelo país, com a participação do deputado Hugo Leal, do presidente do Instituto de Segurança de Trânsito de Brasília, Professor David Duarte Lima, da coordenadora de qualificação do Fator Humano no Trânsito do DENATRAN, Maria Cristina Hoffmann, do presidente da Ong TRÃNSITOAMIGO, Fernando Diniz e do diretor de Educação de Trânsito do DETRAN-DF, Marcelo Granja, moderado pelo especialista Fernando Pedrosa.

De acordo com dados divulgados por Hugo Leal em coluna no jornal O Dia, o principal resultado alcançado durante o tempo de vigência da Lei Seca foi a redução do número de mortes no trânsito, especialmente na cidade do Rio de Janeiro. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o número de vítimas fatais no município diminuiu 32,5% nos quatro primeiros meses deste ano: foram 149 mortes de janeiro a abril contra 221 no mesmo período em 2012. Em todo o estado, a queda foi de 13%.

O DETRAN-DF também informa que, de junho de 2012 a junho de 2013, em comparação com os números obtidos um ano antes da Lei Seca entrar em vigor (2007), a redução do número de acidentes fatais foi de 22,1%, com 102 acidentes a menos.

No próximo dia 4 de julho, o deputado federal Hugo Leal receberá a Medalha do Mérito do Transporte Urbano Brasileiro 2013, na Categoria Especial, concedida pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). A premiação tem o objetivo de homenagear personalidades e empresas que se destacam pelos serviços em prol do setor de transporte urbano e metropolitano de passageiros.

 

FONTE: Jornal O Dia e site R7.

Quando a luminosidade pode ser inimiga no trânsito?

20/06/2013 Por:

Existem algumas condições adversas que podem aumentar os riscos no trânsito. Uma delas é a luminosidade, que prejudica a visão do motorista se for escassa ou se for em excesso. Para uma direção mais segura é muito importante ver e ser visto nas vias.

Dados da Seguradora Líder DPVAT apontam que o período do anoitecer, entre 17h e 19h59, foi o de maior incidência de acidentes indenizados no primeiro trimestre deste ano. Durante todo o ano passado, 16% de pagamentos do Seguro DPVAT foi feito para acidentes ocorridos neste mesmo período do dia, quando há a troca do dia para a noite, prejudicando a visão dos motoristas.

Para ajudar a garantir a segurança no trânsito, os faróis devem estar regulados e serem acionados da forma correta. Por exemplo, a luz baixa deve ser utilizada obrigatoriamente à noite, mesmo em ruas que tenham iluminação. Se o veículo estiver iluminado à noite ou sob chuva ou em túneis, os outros usuários da via podem observar com antecedência o movimento do mesmo e assim agirem para sua própria segurança.

Além disso, usar farol alto ao cruzar com outro veículo pode ofuscar a visão do outro condutor. Evite essa situação e acione com antecedência a luz baixa! Caso ocorra com você, procure desviar o olhar para algum ponto de referência na faixa à direita da pista. Se o farol de veículo que está atrás estiver refletindo no espelho retrovisor, ajuste-o para desviar o facho de luz. E em caso de penumbra, que ocorre frequentemente na passagem do final da tarde para o início da noite ou no fim da madrugada para o nascer do dia, também acenda o farol baixo.

No período do dia em que a luz do sol estiver “batendo na cara”, reduza a velocidade do veículo, utilize o quebra-sol ou até mesmo óculos escuros e procure observar alguma referência no lado direito da pista. Sempre que possível, programa-se para evitar essa condição, que ocorre bem no início da manhã ou no final da tarde, principalmente em viagens. O sol também pode impedir que você veja com clareza os semáforos e placas de sinalização, por isso é importante reduzir a velocidade para ter certeza da indicação do sinal de trânsito e checar com precisão as orientações das estradas.

Por que nossos filhos e inocentes estão perdendo as suas vidas para a violência no trânsito?

17/06/2013 Por:

Fernando Diniz*, para O GLOBO

RIO – Morrem atualmente no mundo (dados da OMS) cerca de 1.300.000 pessoa/ano, deixando ainda um rastro de mais de 50 milhões de feridos, a um custo aproximado de US$ 518 bilhões/ano! Neste trágico cenário, o Brasil contribui com mais de 60.000 mortes/ano, quase 600.000 feridos, além de um verdadeiro exército de mutilados com 150.000 pessoas com lesões irreversíveis. Destes, milhares são jovens que confessam ter acabado com as suas vidas e a de seus pais, fruto de sua irresponsabilidade. Outros tantos foram excluídos do convívio social, afastados do mercado de trabalho, muitos arrimos de família. É o equivalente a 165 mortes/dia, sete a cada hora. Tudo isto pela bagatela de mais de R$ 40 bilhões/ano. Há anos a violência no trânsito em muitos países vem sendo tratada como um problema de saúde pública, pois mata e fere mais do que muitas guerras e acidentes naturais, aumentando a perda da qualidade de vida de seus cidadãos. Aqui no Brasil, tragédias de trânsito são tratadas como algo imprevisível, desconsiderando-se que as mesmas são perfeitamente evitáveis, alimentando na nossa sociedade o cruel conceito de que motoristas saem às ruas sem intenção de matar, ou de ferir deliberadamente! Este errôneo conceito é o principal fator que alimenta a impunidade. Contudo, não é apenas a sociedade, a vilã de manter a IMPUNIDADE no topo do pódio. A própria Justiça brasileira defende este conceito na medida em que trata a quase totalidade das ações que produzem mortes no trânsito como homicídio culposo, isto é: quando não há intenção de matar, reservando aos motoristas de direção irresponsável e assassina apenas a doação de cestas básicas como sentença. E o que dizer disto? Uma decisão calcada em uma lei e código retrógrados, que comparam a vida de nossos filhos a alguns grãos de arroz e feijão! Aos senhores da lei, deixo aqui a pergunta: “quanto vale a vida de seus filhos?

A sociedade precisa urgentemente mudar o seu comportamento no trânsito. Para aqueles que menosprezam o dom da vida, que lhes sejam impostas as mais duras penas! Afinal, quando haverá intenção de matar?

Sem políticas públicas permanentes de governo, sem o comprometimento das autoridades e sem um Judiciário voltado para esta triste realidade, permaneceremos contemplando nossos filhos morrendo como frutos maduros que caem das árvores!

É preciso reconhecer que as estatísticas de mortalidade no trânsito não apontam tão somente para algo muito além do número de mortes, mas também para a forma desumana de sociabilidade nas vias públicas deste país, para a fragilidade dos mecanismos de fiscalização e gestão do trânsito brasileiro, da qualidade da fabricação e segurança de nossos veículos e principalmente para o padrão de atendimento aos acidentados e das vitimas fatais de trânsito deste país chamado Brasil!

Apesar dos esforços da Lei Seca, o Brasil vem desrespeitando o pacto de Moscou, um ousado desafio da ONU para reduzir na Década 2011-2020, 50% da mortalidade viária. Os dois primeiros anos da Década nós já perdemos, resta-nos apenas oito para cumprirmos a nossa parte.

*Fernando Diniz é pai de Fabricio Diniz, falecido em março de 2003, aos 20 anos, em tragédia de trânsito na Avenida das Américas, Barra da Tijuca. Neste acidente, mais duas jovens, Mariana e Juliane, ambas 18 anos, também perderam suas vidas. Segundo Fernando, o condutor Marcelo Henrique Negrão Kijak teve a prisão preventiva decretada e permanece foragido desde 2003, sendo procurado pela Interpol no mundo todo.

Fórum Técnico de Mobilidade Urbana discute educação no trânsito em Minas Gerais

13/06/2013 Por:

De acordo com a Lei Federal 12.587, até janeiro de 2015, os municípios brasileiros com população superior a 20 mil habitantes deverão elaborar um Plano de Mobilidade Urbana, atrelado ao Plano Diretor, sob pena de perderem recursos federais destinados à área. É nesse momento de discussão do tema que acontece o Fórum Técnico de Mobilidade Urbana – Construindo Cidades Inteligentes, promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

Além de discutir o desafio de transformar a infraestrutura das cidades brasileiras para que os locais públicos sejam mais eficientes, inteligentes e interligados, o evento, que começa hoje, pretende também levantar a questão da educação para o trânsito.

De acordo com a psicóloga e coordenadora da Gerência de Educação para o Trânsito do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG), Rosely Fantoni, é importante que os municípios estejam preparados para propiciar às pessoas condições para se deslocar no espaço urbano e realizar atividades cotidianas em tempo considerado ideal, de modo confortável e seguro.  “A educação orienta, informa e prepara o indivíduo para utilizar e preservar o espaço público, respeitando também o direito do outro. Bons exemplos em casa, orientação e informação repassadas na escola, campanhas permanentes e o apoio da sociedade são fundamentais para que a sociedade não só se desloque e aproveite de forma segura o espaço público, mas também cobre das autoridades o seu direito de ir e vir”, diz Rosely.

A coordenadora de Educação de Trânsito do Detran-MG, Maria Cecília Lopes de Abreu, destaca que trabalhar o tema trânsito de forma interdisciplinar nas escolas de educação básica pode ajudar a reverter os números alarmantes de acidentes de trânsito no país e também a gravidade dos sinistros.   “O aprofundamento e a exploração do tema trânsito como uma prática educativa cotidiana não significa a inclusão de matérias ou disciplinas específicas, mas permear todo o currículo nos diferentes níveis e modalidades de ensino, ajustando-se à idade do estudante e ao nível de aprendizagem”, observa a coordenadora.

FONTE: Portal da ALMG

Planejamento de Segurança da Espanha diminuiu número de acidentes fatais

10/06/2013 Por:

O Plano Estratégico de Segurança Viária da Espanha, implantado em 2005, tinha como objetivo inicial reduzir em 40% o índice de acidentes fatais de trânsito até 2008. No entanto, até 2011, as ações desenvolvidas conseguiram alcançar um índice de redução de 59%. Os números foram apresentados pelo especialista em trânsito Ramón Ledesma Muñiz, advogado e diretor geral adjunto do Departamento de Trânsito da Espanha entre 2004 e 2012, que esteve presente no IV Fórum Abraciclo – Mobilidade e Segurança em Duas Rodas, realizado em São Paulo.

De acordo com Muñiz, há dez anos a relação de acidentes fatais no trânsito espanhol era de 128 para cada milhão de habitantes ou 5,4 mortes por 100 acidentes. “Estávamos diante de um problema nacional”, disse o especialista. A criação do Observatório Nacional de Segurança Viária, o aumento do efetivo de agentes de trânsito no Conselho Superior de Segurança Viária e as campanhas de informação, foram os grandes responsáveis pela redução do número de infrações e causas de acidentes de trânsito entre 2001 e 2011. Além disso, houve reformulação do modelo de habilitação, desenvolvimento de planos municipais de segurança viária, implantação de dispositivos tecnológicos de vigilância e o investimento de € 8 milhões na divulgação nos meios de comunicação.

Nesse mesmo período, foi observada a diminuição de autuações de condutores alcoolizados, que caiu de 5% para 1,8%, assim como multas por excesso de velocidade, que caíram de 6% para 0,6% e o crescimento da adesão dos motoristas ao cinto de segurança, que passou de 79% para 97%. Muñiz ainda acrescenta que em 2010 a Espanha registrou 54 acidentes fatais de trânsito por milhão de habitantes, aproximando-se dos índices da Finlândia (50 por milhão) e Dinamarca (48 por milhão).

Motos e bicicletas também tiveram planos de segurança específicos para melhorar seus índices. Houve investimentos na infraestrutura viária, que passou a contar com pistas mais aderentes para os pneus de moto, o que causou uma queda de 47% dos acidentes fatais da categoria, mesmo com o aumento da frota de motocicletas no país.

Para os ciclistas, os espanhóis fomentaram o uso da bicicleta nas regiões centrais das cidades e sua circulação sobre calçadas. Nas vias de sentido único, com circulação de bicicletas, a velocidade máxima para todos os veículos foi limitada a 30 km/h.

Perdas anuais com acidentes de trânsito chegam a 500 bilhões de dólares

06/06/2013 Por:

A cada ano, no mundo, cerca de 1,3 milhão de mortes são causadas por acidentes de trânsito. Entre 20 e 30 milhões de pessoas ficam feridas e governos e indivíduos têm mais de 500 bilhões de dólares em perdas anuais. Essas são estimativas da Federação Internacional Automobilística (FIA) e que reforçam ainda mais a necessidade de ações de conscientização em segurança no trânsito para diminuir esses números.

As novas tecnologias incorporadas aos modelos mais recentes de automóveis são uma alternativa para melhorar esse quadro preocupante, pois podem salvar vidas e melhorar a segurança nas estradas. Radares e sensores que evitam colisões e detectores de fadiga são algumas das opções que os condutores podem procurar para seus veículos. Os novos sistemas também podem combinar processadores e diferentes formas de comunicação e transmissão de dados com tecnologias de transportes, incluindo radares capazes de evitar um choque sem a intervenção do motorista. “O carro pode chegar a salvar o condutor e os passageiros em um acidente, mediante o envio de mensagem para a polícia e autoridades da saúde com localização exata do sinistro, o que levaria a uma reação imediata”, disse o secretário geral da União Internacional das Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré.

Mas a mesma tecnologia pode se transformar em uma vilã do trânsito quando motoristas utilizam os celulares conectados à internet para mandar mensagens enquanto dirigem. Essa é uma prática que deve ser completamente evitada, pois deixa o condutor distraído e mais propenso a causar um acidente em ruas ou estradas.

Acidentes matam, mutilam e ainda causam prejuízos para o governo e para a sociedade. E quem mais sofre com isso é a população. Portanto, é  preciso entendermos que o trânsito é feito por pessoas e atitudes individuais podem fazer toda a diferença. Ajude a transformar ruas e estradas em lugares mais seguros. Um trânsito seguro é responsabilidade de todos!

 

FONTE: ECONOMIA & NEGÓCIOS – SP

A preservação do meio ambiente também deve ser praticada no trânsito!

03/06/2013 Por:

A preservação do meio ambiente é uma das questões mais debatidas nos últimos tempos. E é necessário estarmos atentos a práticas que ajudem a diminuir a poluição nas grandes cidades. E o uso de veículos automotores está diretamente ligado a dois tipos de poluição: sonora e atmosférica.

Condutores e pedestres que ficam constantemente expostos à emissão de gases poluentes e aos altos ruídos produzidos pelo trânsito aumentam as chances de dano à saúde, podendo desenvolver problemas respiratórios, cardiovasculares e também quadros graves de estresse.

Mas existem ações que ajudam a diminuir os danos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, podem trazer mais economia ao condutor:

– Fazer uma manutenção periódica do motor, mantendo-o bem regulado. Além de proporcionar uma economia de cerca de 10% no consumo de combustível, evita a emissão excessiva de gases nocivos na atmosfera. Além disso, diminui a emissão de ruídos;

– Controlar a pressão dos pneus, uma vez que estando muito baixa, aumenta o consumo de combustível;

– Manter a bateria carregada e em boas condições de uso;

– Usar a buzina somente quando for estritamente necessário;

– Conservar o óleo do motor sempre no nível determinado;

– Evitar reduções constantes de marcha, acelerações bruscas e freadas em excesso;

– Tentar manter uma velocidade constante, respeitando a sinalização.

Além disso, é muito importante que os usuários da via sejam conscientes e não joguem lixo no chão. O ideal é manter uma pequena lixeira (que pode ser uma sacola ou um acessório específico para isso) dentro do veículo. Já os pedestres devem sempre procurar o local adequado para descartar o seu lixo. Além de ajudar a manter a cidade limpa e arrumada, o descarte correto de resíduos evita que bueiros fiquem entupidos em situações de chuva, agravando o risco de enchentes.

A preservação do meio ambiente também é uma responsabilidade de todos nós! Se tivermos mais consciência de nossas ações, melhoraremos o nosso convívio no trânsito e aumentaremos nossa qualidade de vida!