Sistema eletrônico de multas alia agilidade e segurança

21/07/2016 Por:
Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Agilidade e eficiência são alguns dos fatores mais importantes na hora da aplicação de punições aos condutores que desrespeitam as leis. Aliando tecnologia a esses aspectos, o Departamento de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran-RN) decidiu implantar o Auto de Infração Eletrônico (AIE), substituindo os talões impressos usados por policiais de trânsito. A iniciativa visa também frear a impunidade nas estradas.

No Maranhão, o Detran já aderiu à novidade eletrônica e começa a sentir a diferença: a abordagem que, segundo policiais do estado, durava cerca de 20 minutos com a utilização dos talões, foi reduzida para cinco minutos. Isso porque o aparelho, similar a um smartphone, além de portátil, está conectado ao banco de dados do órgão, dando mais assertividade às informações, além de transparência no processo de notificações e diminuição de erros e extravios.

Com a ferramenta, além de identificar o veículo e o condutor, o policial pode adicionar ao auto fotos do cenário da infração e informações sobre quem está dirigindo, para então tipificar o descumprimento da lei e a punição cabível. Após a finalização do preenchimento dos dados, o agente não pode mais fazer alterações no relato. A segurança fica a cargo da assinatura digital do auto, que é impressa com auxílio de uma impressora de bolso, e do acesso permitido apenas mediante login e senha da autoridade.

Para facilitar o trabalho dos policiais de trânsito – até mesmo em caso de dúvidas dos motoristas –, o dispositivo contém esclarecimentos sobre o Código Brasileiro de Trânsito e legislações relacionadas ao tema. Enquanto no Maranhão a novidade está percorrendo as ruas com policiais, o governo do Rio Grande do Norte está no processo de compra de cerca de 300 kits para distribuir nas unidades de trânsito do estado.

Montadoras investem em carros elétricos de olho na sustentabilidade

18/07/2016 Por:
Crédito: Walter Baxter

Crédito: Walter Baxter

As discussões para aliar mobilidade urbana e sustentabilidade têm ganhado cada vez mais espaço em muitos países do mundo. Atentos a essa importante questão e às leis em vigor, fabricantes de automóveis investem em opções de locomoção menos poluentes. Na Holanda, por exemplo, os carros movidos a combustíveis fósseis já têm prazo para pararem de circular pelas cidades do país, ação atualmente discutida na Alemanha, que pretende dar o mesmo passo. A partir de iniciativas como essas, as montadoras começam a expandir o desenvolvimento de suas frotas elétricas a nível global.

Recentemente, a Volkswagen anunciou a criação de mais de 30 novos modelos de carros elétricos no mundo como meta para os próximos 10 anos. Além de oferecer novas opções para atender à crescente demanda sustentável, a empresa quer de fato incorporar em sua estratégia a preocupação com o meio ambiente e se posicionar como uma das líderes na fabricação de transportes ecológicos.

Essa visão também tem sido compartilhada por outras montadoras, que miram o desenvolvimento de automóveis “verdes” para oferecer mais alternativas para os consumidores, sem abrir mão da qualidade. A Toyota já possui modelo-referência quando o assunto é motor elétrico e, neste mês de julho, trouxe para o Brasil uma nova geração de veículo híbrido, uma combinação entre motores elétricos e movidos a combustíveis. A aposta no ecologicamente correto faz parte de um plano ambicioso da montadora para reduzir as emissões de gases de efeito estufa a níveis próximos de zero até 2050.

No Brasil, a companhia estima que nos próximos cinco anos os elétricos vão representar 30% das vendas. No entanto, a Toyota tem como grande desafio mudar a atual realidade desse tipo de automóvel no país, já que, de acordo com um levantamento divulgado no final de 2015 pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico, somente circulam pelas ruas brasileiras cerca de três mil carros híbridos ou elétricos, número muito abaixo dos mais de 89 milhões correspondentes à frota nacional.

Como um esforço para mudar o cenário e contribuir para um futuro sustentável, fabricantes e empresas buscam alternativas para estimular os consumidores brasileiros a adotarem o modelo ecológico, por meio de parcerias para criar postos de recarga gratuita.

São pequenos passos na direção de um futuro mais consciente e conectado com o meio ambiente.

Imprudência ao volante é destaque em campanha de empresa alemã

14/07/2016 Por:
Crédito: FaceMePLS/Flickr

Crédito: FaceMePLS/Flickr

Celulares são perfeitos para quem precisa se comunicar, mas também são regularmente usados dentro de veículos para diversas funções, como descobrir o melhor caminho para chegar a algum lugar. Mas, os motoristas precisam estar atentos para as leis que minimizam a combinação de direção e celular, pois de acordo com a empresa alemã DEKRA, líder global em inspeção veicular, condutores que digitam mensagem estão 23 vezes mais propensos a sofrerem acidentes do que os que seguem as regras de trânsito.

Usando esse e outros dados, a companhia promoveu, recentemente, uma campanha para conscientizar as pessoas sobre os riscos da imprudência dentro dos carros. Foi criado, então, o chamado “Safety Day”, um dia dedicado a chamar atenção para iniciativas que podem ser fundamentais para garantir segurança no trânsito.

Além de expor os perigos de quem escreve mensagens dirigindo, reforçando a necessidade de prevenção por parte dos motoristas, a empresa também mostrou que as chances de condutores sofrerem acidentes enquanto falam ao telefone são quatro vezes maiores do que as chances de condutores que não falam ao volante.

Os dados fornecidos pela DEKRA apontam outros fatores que precisam ser priorizados pelas pessoas à frente do volante. Um deles é o cansaço ao dirigir, que está relacionado a 20% dos acidentes em transportes rodoviários. Ultrapassar os limites de velocidade permitidos em estradas e ruas também coloca em risco pedestres e os ocupantes do automóvel, correspondendo a 20% dos acidentes fatais e a 10% dos acidentes com lesões.

Por isso, os motoristas devem colaborar para um trânsito mais seguro, fazendo sua parte para evitar esses tipos de ocorrências e outras, como andar sem o cinto de segurança, aumentando em muito o risco de morte, e conduzir sob efeito de álcool, problema que, de acordo com a DERKA, faz uma vítima fatal a cada 51 minutos.

Vamos preservar a vida. Mãos ao volante e atenção no trânsito!

Fiscalização aumenta rigor na punição a motoristas que não respeitam o espaço do ciclista

11/07/2016 Por:

Os ciclistas estão ganhando cada vez mais espaço nas ruas do país e, com isso, apoio de políticas públicas voltadas para a segurança da locomoção das pessoas que utilizam a bicicleta. Mas poucas são as vezes que os motoristas se mantêm a uma distância segura, ou seja, a 1,5 metro de uma bike. Para evitar acidentes, a fiscalização no Rio Grande do Sul (RS) está mais rígida para quem desrespeita essa distância mínima do carro em relação ao ciclista, aplicando multa prevista em lei aos donos de automóveis, no valor de R$ 85,13 e com perda de quatro pontos na carteira de habilitação.

A medida é uma das formas que as autoridades do estado encontraram para proteger a vida dos que adotaram a bicicleta como meio de transporte, por serem considerados vulneráveis no trânsito. Antes, órgãos fiscalizadores não aplicavam a multa e a anotação dos pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CHN), justificando a dificuldade de medição entre os dois veículos. Nos casos constatados, as infrações eram fundamentadas como falta de atenção na direção ou condução sem os cuidados necessários à segurança.

A iniciativa pretende trabalhar de forma educativa, conscientizando motoristas sobre seus deveres e informando sobre o respeito aos direitos do ciclista. A distância prevista em lei é importante para que a pessoa que está pedalando possa desviar de buracos nas vias, conseguir recuperar o equilíbrio em determinados momentos e impedir que, ao calcular mal a distância, o retrovisor do carro esbarre na bicicleta e a derrube.

O crescente número de ciclovias na cidade de São Paulo também já aumentou o rigor da fiscalização. Apenas em 2014, cerca de 25 mil autuações foram registradas no município por conta de diversas infrações que ferem os direitos de quem se locomove de bike, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego da cidade.

Uma dica importante para os motoristas que acham difícil manter o espaço dos ciclistas é mudar de faixa na pista, sempre que possível, ou aguardar para fazer uma ultrapassagem segura e com velocidade reduzida.

Proteja a vida do ciclista e colabore para um trânsito mais seguro!

(mais…)

Com a manutenção preventiva, motociclistas podem evitar sustos

07/07/2016 Por:

Manutenção Preventiva

A prevenção é uma das melhores maneiras de evitar problemas, principalmente quando diz respeito à segurança. No trânsito, os motociclistas precisam se cercar de cuidados para não sofrerem acidentes e avarias inesperadas em suas motocicletas. Por isso, a manutenção preventiva é uma das principais formas de garantir mais tranquilidade durante a pilotagem.

Além de levar suas motocicletas periodicamente ao mecânico para avaliar se há problemas que precisam ser ajustados, os motociclistas devem estar atentos a possíveis ruídos fora do comum para facilitar a identificação de falhas pelo especialista. Dessa forma, com a revisão constante, o tempo de reparo acaba sendo menor e reduz a chance de o veículo dar defeito inesperadamente.

O condutor precisa ficar de olho também na lubrificação das correntes e do motor, muitas vezes deixados de lado, sem revisão frequente. No caso das correntes, a cada mil quilômetros rodados os motociclistas devem checar se há folga e verificar no manual do veículo os centímetros tolerados para circular sem sustos.

A conservação dos freios, faróis e estado dos pneus também merece atenção contínua dos proprietários, já que o último, por exemplo, pode causar dificuldades na pilotagem se as rodas não estiverem infladas corretamente. É importante não ligar a motocicleta sem se certificar de que os faróis estão desligados, poupando a bateria e aumentando sua vida útil.

Com esses cuidados, é possível ganhar segurança e ainda economizar com gastos inesperados, consequentemente mais caros, na maioria das vezes.

Entenda mais sobre a manutenção preventiva no vídeo abaixo:

Não tem mais desculpa que cole para quem está sem cinto!

04/07/2016 Por:

cinto de segurança

Tem gente que dá inúmeras desculpas para não usar o cinto de segurança seja como condutor ou passageiro. Esse tipo de postura é inaceitável depois de tanto tempo. Embora a falta do uso do cinto não apareça nas estatísticas como a causa dos acidentes, a verdade é que a falta do seu uso provoca muitas mortes e lesões graves. Boa parte das indenizações pagas pelo DPVAT por morte e invalidez não seriam necessárias caso todos os passageiros e condutores de veículos utilizassem esse item de segurança simples e genial.

A função principal do cinto de segurança é proteger os ocupantes, diminuindo as conseqüências dos acidentes. Em muitos casos, o cinto de segurança impede que o ocupante se choque contra o volante, painel e pára-brisa, ou ainda, que seja projetado para fora do veículo. Portanto, o cinto de segurança é eficaz para reduzir as conseqüências de acidentes não somente para o condutor do veículo, mas para todos os ocupantes.

O cinto pode contribuir também para evitar um acidente. Quando o condutor é obrigado a fazer uma manobra radical, em função, por exemplo, de um animal no meio da pista, como o cinto o mantém preso ao banco, ele tem mais possibilidades de evitar um tombamento, saída de pista, colisão e retomar o controle do veículo por estar usando o cinto.

Da mesma forma, numa freada brusca para evitar uma colisão, quando um passageiro está sem o cinto no banco de trás, ele será projetado para frente, chocando-se com o corpo do condutor, muita vezes provocando um acidente que seria evitado.

Há inúmeras pesquisas sobre a importância do cinto de segurança que na média revelam que o seu uso reduz em até 30% as conseqüências fatais em acidentes. Conseqüências graves como traumatismos e perda de visão são reduzidas em até 60% com o uso do cinto de segurança.

Apesar da sua importância, ainda existem pessoas que não usam o cinto, especialmente no banco de trás. Muitos motoristas profissionais também são negligentes quanto ao seu uso. Por essa razão, quase todos os dias encontramos no noticiário acidentes com caminhoneiros que são projetados para fora do veículo num tombamento e perdem a vida esmagados pela carroceria do caminhão que tomba sobre seus corpos.

Nos ônibus rodoviários de linhas intermunicipais, estaduais e federais, os motoristas costumam alertar os passageiros sobre a importância do uso do cinto por todos os ocupantes. Infelizmente, menos de 10% dos passageiros usam o cinto, apesar do noticiário já ter demonstrado inúmeras vezes as consequências e as mortes causadas por passageiros que estavam no ônibus sem cinto de segurança.

O cinto de segurança já está disponível no Brasil há mais de 30 anos e seu uso é obrigatório nacionalmente há quase 20 anos. Portanto, já está na hora de aprendermos a lição. Ninguém pode alegar desconhecer a obrigatoriedade do seu uso. Por isso, defendemos que as autoridades fiscalizem e punam com o máximo rigor quem estiver sem cinto.  A legislação deveria prever ainda a possibilidade de multar o passageiro sem cinto, afinal, é muito difícil para um motorista de ônibus controlar os passageiros, assim como é complicado para o taxista.

O que temos certeza é de quem não usa o cinto não dá o devido valor a própria vida, portanto, é bem provável que também não seja responsável com a vida dos demais.

Rodolfo Alberto Rizzotto

Formado em Direito e Economia, coordena o programa de segurança nas estradas SOS Estradas e edita o site www.estradas.com.br, onde é possível acompanhar os temas dos seus artigos também em arquivos de áudio, disponíveis para download.

Excesso de carga nos caminhões pode prejudicar a qualidade e segurança das estradas

30/06/2016 Por:

caminhão

A segurança e a qualidade das estradas brasileiras sempre foram motivos de atenção por quem utiliza essas vias para acessar outros municípios e estados do país. Além de carros de passeio, muitos caminhões de cargas e ônibus circulam pelas rodovias, transportando materiais entre as regiões. No entanto, o excesso de peso desses veículos pode prejudicar o asfalto, o fluxo dos carros e, ainda, provocar acidentes.

Ao viajar, com quantos caminhões você já se deparou parecendo estar cheios de carregamento e muito pesados? Essa cena se repete muitas vezes diariamente nas estradas do Brasil, mesmo com uma fiscalização mais acirrada do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), as balanças para pesagem e a verificação de documentos, notas fiscais e limites estabelecidos para cada veículo, conforme previsto em lei.

Entre os principais problemas causados por quem anda acima do peso permitido estão a elevação dos poluentes na atmosfera – ocasionados pela má distribuição da carga por eixo e, consequentemente, pela redução do desempenho do caminhão –, além de dificultar possíveis manobras e a capacidade de frenagem do transporte para evitar acidentes. O excesso de carga também prejudica a vida útil do asfalto, reduzindo muitas vezes pela metade as condições satisfatórias para trânsito.

Cada modelo de caminhão tem um peso Bruto Total, que é homologado pela fabricante junto ao governo. É importante estar atento à capacidade permitida de cada veículo para não ter surpresas na estrada, principalmente com a multa, que dependerá do quanto a carga ultrapassou o tolerado, podendo variar entre R$ 85,13, para até 600 quilos (kg), e R$ 191, 54 para cada 500kg quando o peso do caminhão ultrapassar 1.001kg.

Além de colocar a segurança em risco, estradas danificadas também pesam no bolso. Seja consciente e siga as regras!

Ideias criativas transformam a utilização da bicicleta como meio de transporte

28/06/2016 Por:
Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A bicicleta tem ganhado cada vez mais força entre os brasileiros como uma alternativa para evitar os engarrafamentos, muitas vezes enfrentados diariamente para se locomover em grandes cidades. Não à toa, as autoridades estão tentando incentivar o seu uso além de implementar condições para que os ciclistas tenham mais segurança. Com o aumento da demanda de pessoas que buscam na “magrela” uma melhor qualidade de vida, algumas iniciativas promovem soluções sustentáveis e geram uma complementação na renda mensal.

Um exemplo dessa criatividade é o aplicativo de compartilhamento remunerado de bicicleta Everbike, disponível para a cidade de Florianópolis e considerado uma boa opção de modelo de mobilidade urbana. Com a ferramenta, os usuários podem incluir suas bikes nesse sistema de aluguel e, após receberem um kit para fixação e instruções, podem deixa-las em local público de sua escolha para que os interessados rastreiem as mais próximas.

A segurança tanto do pagamento quanto da devolução da bicicleta acontece graças ao sistema de pagamento on-line PayPal. Por meio dele, é feita uma pré-autorização no cartão de crédito de quem alugou a bike e, a partir disso, o próprio aplicativo fornece uma senha para destravar a bicicleta. Com o custode R$ 9,90 por hora de uso, o Everbike está disponível para smartphones Android e o locatário é quem define o local da devolução.

Outra ideia que ainda está ganhando fôlego em São Paulo é o auxílio financeiro de empresas aos empregados que optam pela bicicleta como meio de transporte até o trabalho. Ainda em trâmite na Câmara Municipal, a iniciativa pretende oferecer uma ajuda de R$ 50, por meio do Cartão Ciclista, para aqueles que utilizam a bicicleta pelo menos três vezes na semana. Esse incentivo será feito para que os que pedalam possam investir na manutenção de suas bikes, na compra de acessórios e até mesmo de uma nova bicicleta.

As empresas não serão obrigadas a aderir ao Programa Bike SP, mas as instituições que participarem ganharão alguns benefícios, como deduções no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), caso 30% do total de seus funcionários tiverem o Cartão do Ciclista.

Além de unir mobilidade urbana com criatividade, ideias como essas contribuem para cidades mais sustentáveis e proporcionam mais qualidade de vida!

Mudanças no Código de Trânsito Brasileiro tornam punições mais severas

23/06/2016 Por:

Carro e celular

Para evitar que a imprudência continue fazendo vítimas, a partir do início de novembro algumas regras e punições relacionadas a estacionamento, celular e consumo de álcool e entorpecentes serão mais rígidas, pesando mais, inclusive, no bolso de quem for flagrado desobedecendo as regras.

Quem for pego falando ao celular ou manuseando-o, por exemplo, estará cometendo uma infração gravíssima, ao invés de média, como acontece atualmente. Desrespeitar as vagas prioritárias para pessoas com deficiência também será considerado ato gravíssimo, sujeito a multa e remoção do carro do local.

Com as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro, as infrações leves passam de R$ 53,20 para R$ 88,38; as médias vão de R$ 85,13 para R$ 130,16, as graves passam de R$ 127,69 para R$ 195,23 e as gravíssimas de R$ 191, 54 para R$ 293,47, todas com aumento de mais de 50%. A pontuação na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para cada grau de descumprimento, com 3, 4, 5 e 7, respectivamente.

A combinação de direção e álcool também vai acarretar sanções mais rígidas, principalmente aos motoristas que se recusarem a fazer o teste do bafômetro, exame clínico ou perícia para identificar o uso de bebidas alcóolicas ou drogas. Além de ter o registro de uma infração gravíssima e a carteira de habilitação apreendida, a multa aos motoristas será multiplicada por dez, chegando a R$ 2.934,70. Em caso de reincidência em menos de 12 meses, esse valor dobrará.

Dirija com segurança e contribua para um trânsito sem acidentes!